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Pacientes

ORIENTAÇÕES AO PACIENTE

 

1 - Ao agendar seu horário, tenha sempre o pedido do dentista em mãos.

2 - Em caso de dúvidas, pergunte sempre aos atendentes sobre os procedimentos a serem executados.

3 - Para os exames de moldagem, sugerimos ficar em jejum por pelo menos duas horas para evitar mal estar e náuseas.

4 - Caso seja solicitado foto do corpo inteiro para visualização da postura será necessário o uso de roupa de lycra (short ou maiô), preferencialmente.

5 - Para o atendimento de pacientes muito jovens, nos avise previamente no seu agendamento telefônico a faixa etária e as possíveis dificuldades, para agendarmos um horário mais apropriado para tornar o atendimento o mais agradável e tranquilo possível.

 

 

PERGUNTAS FREQUENTES

 

1 - SE ESTIVER GRÁVIDA, POSSO FAZER OS EXAMES NORMALMENTE?

 

Embora haja certo risco radiobiológico no uso dos raios x, pesquisas científicas mostram que o risco associado às técnicas radiográficas intrabucais, panorâmicas e tomografias odontológicas é menor que o risco da radiação de fundo ambiental (radiação cósmica, radiação do solo, raios ultravioleta) que estamos expostos querendo ou não. Outro aspecto que deve ser ressaltado é que não existe dose considerada inócua, já que todos os riscos são estocásticos e ou cumulativos. Considerando-se tais fatos, o médico que acompanha a gestação deverá ser consultado, pois os benefícios do exame de imagem e a respectiva indicação deverão ser dosados em termos de riscos versus benefício. Na evidência de premência do exame deve-se adicionar o uso dos aventais de chumbo, para minimizarmos efeitos deletérios da radiação.

 

Ref.: 1- Radiologia Odontológica e Imaginologia - Coleção Fundamentos de Odontologia - organizado por Marlene Fenyo Pereira - Coordenador da série: Oswaldo Crivello Junior – 2ª edição - São Paulo: Santos, 2013. 408p. 2- Proteção de radiação: TC por feixe cônico e radiologia maxilofacial. Guia baseado em evidências. Um relatório preparado pela www.sedentexct.eu 2011.

 

2 - POR QUE DEVO USAR O AVENTAL DE CHUMBO DURANTE A RADIOGRAFIA?

 

As radiografias odontológicas possuem doses extremamente pequenas. Mesmo assim, hoje dispomos de tecnologia para minimizar os possíveis danos oriundos das radiações ionizantes. Podemos citar o uso da tecnologia Digital como um fator de redução de dose em cerca de 80% quando comparada as técnicas convencionais. Além disso, dispomos de meios de colimação dos feixes de raios x, que limita mais ainda a dose final de exposição. Mas mesmo assim utilizamos os aventais plumbíferos (recobertos de chumbo) que conseguem barrar a passagem dos raios x aos chamados órgãos críticos, que não devem ser expostos quando da execução da técnica radiográfica.

 

Ref.: 1- Radiologia Odontológica e Imaginologia - Coleção Fundamentos de Odontologia - organizado por Marlene Fenyo Pereira - Coordenador da série Oswaldo Crivello Junior – 2ª edição - São Paulo: Santos, 2013. 408p. 2- Council of the European Union. Council Directive 96/29/Euratom of 13 May 1996 laying down basic safety standards for the protection of the health of workers and the general public against the dangers arising from ionizing radiation. Official Journal of the European Communities N° L 159, 1996. Available from: http://ec.europa.eu/energy/nuclear/radioprotection/doc/legislation/9629_en.pdf.

 

3 - POR QUE DEVO RETIRAR BRINCOS, CORRENTES, PRESILHAS OU PIERCING DURANTE OS PROCEDIMENTOS?

 

Dois aspectos justificam essa norma durante os procedimentos de imagem. O primeiro fator é que eles são na maioria das vezes confeccionados por materiais metálicos, portanto os mesmos possuem um alto numero atômico, criando nas imagens artefatos de técnica que podem gerar dificuldades no diagnóstico diferencial. O segundo motivo pode gerar uma maior quantidade de radiação secundaria nas áreas irradiadas durante a execução dos procedimentos técnicos.

 

Ref.: Chilvarquer I, Hayek JE, Azevedo B. Tomografia: seus avanços e aplicações na odontologia. Rev Assoc Bras Radiol 2008;9:3-9; Radiologia Odontológica e Imaginologia - Coleção Fundamentos de Odontologia - organizado por Marlene Fenyo Pereira - Coordenador da Série Oswaldo Crivello Junior – 2ª edição - São Paulo: Santos, 2013. 408p.

 

4 - EM QUAIS SITUAÇÕES O MAU HÁLITO (HALITOSE) É UM PROBLEMA GRAVE, DE FATO? QUE DOENÇAS PODEM CAUSAR O MAU HÁLITO? NESTES CASOS, QUANDO CURAMOS A DOENÇA, CURAMOS A HALITOSE TAMBÉM?

 

O mau hálito é um problema grave, por exemplo, quando através dele detectamos um aumento de bactérias na boca. Essas bactérias além de causar o mau hálito podem inflamar as gengivas e infeccionar o osso que sustenta o dente. Nesse caso já há um risco potencial de perda dos dentes. Com relação ao organismo, o número elevado de bactérias e a conseqüente inflamação e sangramento gengival (que acompanham o mau hálito muitas vezes) podem afetar o coração, causando a temida endocardite bacteriana, parto prematuro, dificuldade de controle do diabetes dentre outros (Armstrong et al., 2010).

Por outro lado também temos doenças que podem causar o mau hálito como o diabetes não controlado, alterações no fígado e intestino. Na boca, além da já citada inflamação gengival, também podem causar o mau hálito: a placa bacteriana lingual, alterações na estrutura das amígdalas e até mesmo o estresse.

Já temos estudos comprovando que o estresse pode alterar a quantidade de saliva e também a sua qualidade. Há proteínas secretadas da saliva durante situações estressantes que potencializam o desenvolvimento do mau hálito (Calil & Marcondes, 2006; Lima et al, 2013) e quando isso ocorre, esse quadro precisa ser revertido até mesmo com a ajuda de medicamentos.

 

Ref.: 1-Armstrong BL, Sensat ML, Stoltenberg JL. Halitosis: a review of current literature.J Dent Hyg. 2010 Spring;84(2):65-74.2-Calil CM, Lima PO, Bernardes CF, Groppo FC, Bado F, Marcondes FK.Influence of gender and menstrual cycle on volatile sulphur compounds production.Arch Oral Biol. 2008 Dec;53(12):1107-12. 3-Lima PO, Calil CM, Marcondes FK.Influence of gender and stress on the volatile sulfur compounds and stress biomarkers production.Oral Dis. 2013 May;19(4):366-73.

 

5 - COMO ALGUÉM PODE IDENTIFICAR O PRÓPRIO MAU HÁLITO?

 

A pessoa pode identificar seu próprio hálito passando saliva, por exemplo, no pulso e cheirando após alguns minutos (Rosenberg & McCulloch, 1992). Mas isso não dá a menor ideia se esse hálito é fraco ou intenso e muito menos de onde está vindo o problema. Existem hoje centros de diagnósticos do mau hálito como no Indor onde há aparelhos capazes de medir a intensidade do cheiro e detectar a causa do problema. Com esse exame em mãos o dentista é capaz de estabelecer o melhor tratamento para seu paciente.

 

Ref.: Rosenberg M, McCulloch CA. Measurement of oral malodor: current methods and future prospects. J Periodontol.1992; 63:776-82.

 

6 – FERRAMENTA CORRETA PARA UMA BOA HIGIENIZAÇÃO:

 

Nem sempre somente o uso da escova dental é suficiente para uma completa limpeza da boca. É importante utilizar ferramentas corretas para a higiene bucal completa, evitando assim o crescimento bacteriano que muitas vezes causa o mau hálito (Quirynen et al., 2004). Na língua, por exemplo, os pacientes se adaptam melhor ao uso do limpador lingual para uma correta eliminação das bactérias que causam o mau hálito. Em entrevista da Drª Claudia Todescan (CROSP 33777) realizada no programa Mais Você da Globo, são demonstrados os vários tipos de limpadores linguais que podem ser utilizados pelos pacientes (para assistir, clique em no menu superior).

Por outro lado, nem sempre o mau hálito está na boca, pode haver outros fatores do organismo envolvidos também. Para tentar identificar a causa é importante fazer o exame, assim é possível descobrir se o problema é metabólico, bacteriano, intestinal, se vem da garganta ou até mesmo se está sendo gerado por problemas nas glândulas salivares (Calil & Marcondes, 2006).

 

Ref.: 1- Quirynen M, Avontroodt P, Soers C, Zhao H, Pauwels M, van Steenberghe D. Impact of tongue cleansers on microbial load and taste.
J ClinPeriodontol.2004;31:506-10. 2- Calil MC, Marcondes FK. Influence of anxiety on the production of oral volatile compounds. Life Sci. 2006; 79:660-4.

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